segunda-feira, 10 de julho de 2017

Evento cultural: Absurdos: Murilo Rubião 100 anos

A exposição, que ocorreu na Biblioteca Publica Estadual de Minas Gerias, tinha o objetivo de homenagear o escritor Murilo Rubião e comemorar seu centenário, que ocorreu no ano passado. Murilo Rubião foi um marcante escritor e jornalista mineiro, famoso por suas obras literárias fantásticas e sua grande atuação na área do jornalismo. A exposição contava com várias amostras de textos originais do autor. Além disso, também dentro da comemoração do centenário, foi inaugurada uma estatua do autor, em frente à Biblioteca.

domingo, 9 de julho de 2017

Evento cultural: Reino Unido na praça

Aconteceu no dia 2 de julho, na praça da assembleia em Belo Horizonte o evento Reino Unido na praça. Se tratava sobre um evento beneficente, que cobrava como entrada a doação de 1kg de alimento não perecível. Organizado pelo minas tênis clube em parceria com o consulado britânico. O evento contou com a presença de equipes de esporte, inclusive da equipe inglesa de judo, e com o cônsul  britânico. Além disso, ocorreu também a apresentação de bandas, com covers de grandes bandas britânicas. Haviam vendas de comidas e bebidas, porém elas não eram relacionadas ao Reino Unido.

sábado, 8 de julho de 2017

Objeto Interativo 

objeto final:

O objeto se trata de uma série de peças móveis e encaixáveis, que podem ser dispostas aleatoriamente em uma base hexagonal. Cada lado do hexágono conta com uma lâmina móvel com apêndices também móveis. Em  suas pontas, uma série de Leds e Buzzers se acionam através do movimento, e sua intensidade é regulada por meio de um potenciômetro, que prende os apêndices às lâminas.Essas laminas ,por sua vez ,podem ser reorganizadas ou, inclusive, retiradas.
Ele foi projetado com o objetivo de promover uma interação entre pessoa e objeto. A partir de uma forma convidativa e de componentes eletrônicos, que brincam com os sentidos de som, visão e tato do usuário, ele promove uma interface dialógica, que , por meio dos outputs existentes nele, responde aos estímulos e ações de quem manipula-o.

Ideia original:
Baseado na junção do conceito de 3 objetos base - uma peça de lego, amoeba e uma caneca - ele tinha como principal objetivo a mudança de forma, possuindo um caráter programático e polivalente e que oferecesse uma possibilidade de interação com o usuário. Dessa maneira, era fundamental um mecanismo que possibilitasse essa alteração de forma. O primeiro protótipo concebido era composto por uma série de caixas encaixadas que podiam ser movidas por meio do deslize:

Após isso houve uma segunda fase, quando foram adicionadas mais caixas, com mais articulações. Dessa maneira, ainda que precariamente, foram aumentadas as possibilidades de interação com o objeto.

Em um outro momento, houve um grande avanço no objeto, com o estabelecimento de sua forma e suas principais características. Outro grande passo foi a introdução de partes eletrônicas, que aumentaram o potencial dialógico do objeto.

Após isso, apenas pequenas modificações à forma e ao material foram feitas, além de vários acabamentos estéticos que levaram ao objeto final.

Crítica ao objeto:
Apesar de promover a interação entre pessoa e objeto, este falha quando tenta promover a interação pessoa e pessoa, uma vez a utilização por duas pessoas ao mesmo tempo é dificultada por sua estrutura. Dessa forma, não só sua interação fica comprometida mas também seu caráter dialógico.



sexta-feira, 7 de julho de 2017

Evento Cultural: Casa da Gloria

Durante os dias 2 a 12 de junho de 2017 visitei Diamantina e me hospedei na Casa da Gloria. Ela é uma das maiores atrações da cidade e, hoje, abriga o Instituto de Geociência da UFMG, servindo também como albergue para alunos da instituição. 
O casarão tem uma grande historia, e já foi utilizado por diversos grupos, inicialmente pertencendo a Josefa Maria da Gloria, a quem foi atribuída o nome. Após isso, foi passado às mãos de freiras de São Vicente de Paulo, passando a servir como educandário e orfanato. Atualmente, como já dito anteriormente, a casa pertence a UFMG e sedia o Centro de Geologia Eschwege.
Com uma arquitetura que apresenta traços da tipologia colonial brasileira, a casa conta com diversos quartos, sala de estudo, refeitório, amplos espaços externos. Um grande chamativo da casa é o passadiço de madeira, fruto de uma arquitetura mais avançada, que une as duas casas que compõe o conjunto.

Evento cultural: Feira de Artesanato

Realizado no pátio externo da Escola de Arquitetura da UFMG, a feira contava com inúmeras lojas, que vendiam uma ampla gama de produtos, desde roupas usadas até mudas de plantas. Havia, também, uma grande variedade nos perfis dos vendedores, podendo-se observar desde pessoas mais velhas até alunos da escola. Dessa forma, a feira se torna uma boa alternativa de comércio para os estudantes e moradores locais, oferecendo produtos diferenciados.
Entretanto, apesar de ser uma boa iniciativa, a feira não é muito bem organizada, com algumas tendas sendo prejudicadas graças à má distribuição. Desse modo, a feira não assume uma forma muito convidativa para os que transitam nessa região.

Evento Cultural: Entre Nós

O evento "Entre nós", que aconteceu no CCBB, em Belo Horizonte, foi uma exposição de diversas obras artísticas, principalmente pinturas, de diversos pintores. A exposição contava com grandes nomes como Van Gogh, Portinari e Picasso. Ela era dividida em 5 núcleos, sendo eles: presença, retratos, corpos, ações e simultaneidades. Cada núcleo tinha um certo tipo de obras expostas, todas elas com uma temática parecida. O núcleo de presença contava com obras com cunho religioso, ou com algum elemento religioso, o de retratos, como o nome já diz, mostrava figuras humanas, focando nos rostos. O de corpos era mais voltado para a representação do nu, já o de ações mostram quadros com personalidade politica e social. Por ultimo, o núcleo de simultaneidades reunia obras realizadas entre a segunda metade do século 20 e o início do século 21.

Estratégias de apropriação do espaço:

Parkour:
O parkour se trata sobre a transposição de obstáculos físicos do espaço por meio do corpo de uma maneira não convencional. Praticado quase que exclusivamente no espaço urbano, se consolidou como uma prática esportiva que promove a agilidade e a rápida movimentação. Dessa forma, os praticantes passam a utilizar o espaço de uma maneira não intencionada pelo criador, dando aquele espaço uma nova característica
.

Flash Mob:
Os Flashs Mobs promovem o encontro de pessoas em espaços para realizar alguma ação inesperada em conjunto previamente planejada. A organização se dá, na maioria dos casos, pela internet, e os eventos ocorrem de maneira rapida, por isso no nome "flash mob", uma movimentação relampago. Este tipo de apropriação já ocorreu em diversas cidades.

Rolezinho:

Exclusivo do Brasil, esse tipo de apropriação surgiu nos últimos anos e causou muitas polêmicas. Se trata sobre o encontro de jovens da periferia em Shoppings da cidade, e que, por não se tratar do típico público desses espaços, incomodou os vendedores e lojistas, causando a expulsão desses jovens dos espaços. Esses eventos levantaram discussões sobre preconceitos, direito de acesso aos espaços e  segregação espacial. De certa forma, ele pode ser considerado um tipo de "flash mob".

Deriva: 
Deriva é outra técnica de apropriação do espaço que envolve o desfrutamento do espaço urbano a partir de um deslocamento sem compromisso, deixando-se ser guiado por suas sensações. Dessa forma, o praticante fica a "deriva" no espaço urbano, sendo capaz de fruir de uma maneira distinta à ordinária.

Flaneur:
Outra forma de apropriação espacial, o Flaneur é o ato de caminhar pela cidade sem objetivo aparente, mas sempre mantendo a atenção aos detalhes estéticos e históricos da área onde circula. Essa forma de apropriação surgiu no inicio do século XX, na França, quando as cidades eram menos movimentadas e caóticas. 

Caderno do Objeto Interativo:

Croquis dos lugares escolhidos para a intervenção:

Vídeo da intervenção no Espaço Niemeyer:

https://www.youtube.com/watch?v=HeLTQzPpleg&feature=youtu.be

quinta-feira, 6 de julho de 2017

domingo, 2 de julho de 2017

Roteiro formulado para as entrevistas

Nome:
Idade:
De onde você é? Qual sua relação com Diamantina?

Qual a sua impressão do espaço?
Você costuma frequentar a praça? e outro espaço?
Se sim/não, porquê?
Você vê alguma ligação praça/vizinhança?
Onde você gosta de ir? Lugar que você não vai?
Qual o percurso diário?
No fim colocar a praça

Rede de Implicações

Proposta de Intervenção na Praça Niemeyer.

Embora seja um espaço bastante amplo e com diversas possibilidades de uso, um dos principais pontos apontados foi o eminente abandono, tanto pela prefeitura, quanto pela população no geral, do espaço Niemeyer. Dessa forma, o espaço de grande potencial passa a ser utilizado apenas como passagem, sendo o caminho mais curto para atravessar para a outra rua, de modo que espaço e pessoa não se relacionam. A fim de trabalhar nisso, procuramos estratégias para atrair mais pessoas para o local além de gerar uma maior permanência destas ali. Uma dos mecanismos utilizados para isso foi a cor vermelha em todos os instrumentos utilizados, tecidos, faixas, tnt, balões, serragem, botões, etc., que naturalmente direciona o olhar de quem passa por perto. Criamos, ainda, ambientes exploratórios que buscam estabelecer uma interatividade com o usuário a fim de incentivar uma maior relação com o espaço e, consequentemente, uma maior disposição a permanecer ali, por meio de cordas com diferentes tons de sinos acionados pelo toque e botões de pressão nos degraus da escada. Além disso, foi feita uma parceria com a escola municipal de Diamantina que forneceu desenhos de alunos do ensino fundamental e pré dos lugares que estes mais gostavam na cidade, novamente com o intuito de estreitar a relação entre a sociedade e o lugar, que foram expostos de maneira dinâmica e mutável no segundo andar (o próprio usuário poderia alterar sua configuração, pois estavam presos em estruturas de nylon que serviam como trilhos transparentes). Ainda nesse sentido, filmamos formas de ocupação da praça presenciadas ao longo da semana, que, além de atrair as pessoas filmadas para a instalação também serviria para ampliar o imaginário de possibilidades de apropriação de quem vê a projeção. Uma outra maneira de provocar a permanência e de atrair a atenção dos transeuntes foi por meio da utilização de mais de 400 balões que serviriam como isca, já que mesmo de incio a pessoa não dê muita importância ao local, com o passar do tempo ali ela tende a prestar maior atenção no ambiente.
Foram utilizadas também setas vermelhas de serragem vindas das calçadas apontando o caminho até a praça e distribuídos panfletos sobre o evento tanto nas áreas próximas quanto no centro.

Vídeo a partir do Matrix

Story board a partir do vídeo do Matrix

sábado, 24 de junho de 2017

Vídeo da performance em Diamantina

https://www.youtube.com/watch?v=6sey6fcWhoI&feature=youtu.be

sábado, 6 de maio de 2017

Crítica ao objeto

O objeto, apresentado no dia 04/05, se tratava de um quadro interativo que deveria ser utilizado por duas pessoas. Tinha como objetivo promover o melhor conhecimento entre pessoas, entretanto não cumpria muito bem sua função principal, uma vez que sua interação era limitada e trivial, não realizando o objetivo de aumentar as possibilidades de interações entre as pessoas. Além disso, seu manuseio era pouco prático e sua estética pouco chamativa. Dessa forma,o objeto foi descartado e será fortemente reformulado.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Exemplos do Seminário de Design

1984X1984 - Rafael Lozano
A obra, feita em 2015, é a decima obra montada a partir de uma interface interativa e digital na série Shadow Box. Se trata de uma tela formada por um mosaico com milhares de números retirados de lugares do mundo todo usando o Google Street View. Esses números possuem uma variedade gigante de formas, cores, fontes e estilos. A medida que um um espectador se aproxima da tela, sua silhueta, por meio de um sensor de movimento, é capturada e  passa a ser representada na tela, e, dentro de sua forma, todos os números se reorganizam para formar o numero 1984.

Um aspecto interessante é o uso da tecnologia e do digital que, não só criam, possibilitam e potencializam a obra, mas também fornecem a interação entre ela e os espectadores, criando assim uma obra viva, que se altera por meio da ação dos observadores, rompendo com a tradicional. Dessa forma, como toda interação com a obra é única, não só pelas diferentes ações mas pelo amplo banco de dados, destaca-se um grande caráter programático, ao mesmo tempo que proporciona um ambiente dialógico.

Entretanto, a obra peca no que se trata de incentivar a comunicação entre as pessoas, uma vez que estas apenas dialogam com a interface, não tratando de se relacionar com os outros espectadores presentes.

O Divisor - Lygia Pape
A obra O Divisor trata-se de um pano, de 30m x 30m, com diversos orifícios espalhados aleatoriamente por ele, onde as pessoas podem colocar suas cabeças. Uma das principais características dessa obra é o fato de que ela pode ser facilmente refeita, possibilitando um maior acesso a essa.

Além disso, outra traço marcante é o dialogo que essa obra proporciona entre as pessoas que fazem uso dela, uma vez que exige um consenso entre os indivíduos para que se possa ter um movimento organizado, já que, dentro das aberturas, todos fazem parte de apenas uma estrutura.

Por fim, outra característica da obra é o rompimento que ela traz com as tipicas estruturas de exposição de arte. Tendo sido feita pela primeira vez em uma rua, a obra a performance tem foco na ideia de arte pública e escultura social.

domingo, 23 de abril de 2017

NOVA REFLEXÃO SOBRE A DIFERENÇA ENTRE ROUPA E ARQUITETURA

A principal diferença entre a produção de roupa e a produção arquitetônica é a limitação a que uma delas está sempre submetida. Apesar de ser altamente flexível e moldável, fato evidenciado pelas inúmeras coleções e obras lançadas todos os anos, a roupa, no fim, está sempre presa ao corpo humano, uma vez que tem como finalidade principal ser usada por ele. Diferentemente, a arquitetura, apesar de também ter suas limitações, não está presa a uma forma única, podendo apresentar uma variedade mais abrangente de produções.

Entretanto, após abordar mais uma vez o assunto, vi que não há resposta definitiva para a questão. Há diversas outras diferenças entre roupa e arquitetura, tais como a diferente escala em que são representadas, os ideias e os pensamentos que transmitem e as individualidades que carregam. Dessa forma, apesar das diversas similaridades entre elas, suas divergências ficam cada vez mais claras, e trazem a tona a necessidade da existência de ambas na sociedade atual.

Croqui Interno-Galeria Psicoativa Tunga


Croqui Externo -Galeria Psicoativa Tunga


domingo, 9 de abril de 2017

A diferença entre o parque municipal visto pelo google e presencialmente

O google street view é uma excelente ferramenta, capaz de te ajudar a se localizar e a visitar lugares que você deseja por meio de diversas fotos. Entretanto, apesar de transmitir certa realidade virtual, ele não consegue trazer certos estímulos ao nosso corpo e a nossa mente como cheiro, toque, sons,  esses que são facilmente captados quando visitamos o lugar na vida real. Nessa ultima quinta feira tivemos a oportunidade de experienciar isso, quando visitamos pelo google o parque municipal e depois visitamos presencialmente.

Croqui parque municipal
















CRÍTICA AO DOCUMENTÁRIO

   O  documentário "lugar ao sol" mostra a vida e as opiniões de diversos moradores de coberturas no Brasil, que foram contatados por meio de uma lista de pessoas influentes no país. O documentário se baseia em uma série de entrevistas, nas quais o entrevistado mantem a palavra o tempo todo, exceto em alguns momentos em que os entrevistadores fazem breves perguntas.
   Primeiramente, o aspecto mais chamativo do documentário é a visão extremamente alienada desses moradores. Quase nenhum deles aparenta ter a menor ideia da situação do pais ou a menor empatia com os demais cidadãos, vivendo apenas em suas bolhas nos altos das cidades. Entretanto, ao apresentar várias famílias e moradores com esse caráter, o documentário transmite a ideia de que todos os moradores de coberturas no Brasil tem essa mentalidade, algo que não está correto.
   Para finalizar, o que mais traz preocupação é o fato de que os entrevistados foram achados por meio de uma lista de pessoas influentes no Brasil, pessoas que tem certo poder na atual situação nacional. E o fato de que essas pessoas influentes tem tal visão sobre o país é, para mim, inquietante.
   


domingo, 2 de abril de 2017

Vídeo do objeto

https://drive.google.com/file/d/0BwSCm55D7mLXaFFkLTIxUVZkUEk/view

Crítica ao objeto
O objeto de Jairo Câmara (http://jairocamara.blogspot.com.br/) se baseia em uma série de anéis presos por fios embaraçados e tem como objetivo trazer certo desconforto para o usuário ao tentar manuseá-lo. Apesar de o potencial do objeto ser grande, há uma grande limitação quando se trata da interação com o objeto, uma vez que o usuário tem uma gama limitada de ações possíveis. Além disso, o objeto perde seu sentido quando o usuário consegue desembaraçar as linhas

sábado, 25 de março de 2017

Crítica

O croqui de Mariana Dias ( http://marianadpiccoli.blogspot.com.br/) é marcado por um traço rápido, que traz certa expressividade e personalidade ao desenho. O sombreado tracejado ajuda a contrastar o croqui, chamando a atenção para certos detalhes. O enquadramento e a posição do desenho estão agradáveis, com o desenho centralizado e utilizando a totalidade do papel.  A perspectiva se vê um pouco irregular, uma vez que as janelas estão desalinhadas em comparação à parede, mas é um defeito compreensível considerando a não utilização de régua. Além disso, o lado direito do desenho se vê um pouco apagado, com traços muito finos e pouco marcantes.





segunda-feira, 20 de março de 2017

domingo, 19 de março de 2017

Animação cultural

Inicialmente, a característica mais marcante do texto é exposta na diferente abordagem na relação entre humanos e objetos. Mostrados como seres pensantes e, de certa forma, humanizados, os objetos analisam suas interações com as pessoas, expondo, principalmente, a bilateralidade na relação, acabando com a suposta superioridade humana, uma vez que mostram que os seres humanos passaram a depender dos objetos para realizar a maioria de suas ações e avanços, mas, ao mesmo tempo, mostram que, sem as pessoas, os objetos perdem sua função e não tem justificativa para sua existência. Dessa forma, o texto trabalha a importância dos objetos na vida dos humanos, ao ponto de propor, inclusive, a superioridade dos objetos, evidenciada pela grande dependência de objetos por parte das pessoas, não só no ambiente cientifico, onde as novas descobertas não podem ser feitas sem o auxilio dos deles, mas também no pessoal, onde as interações humanas se baseiam fortemente nos aparelhos eletrônicos, como celulares e computadores.

Diferença entre roupa e arquitetura

A principal diferença entre a produção de roupa e a produção arquitetônica é a limitação a que uma delas está sempre submetida. Apesar de ser altamente flexível e moldável, fato evidenciado pelas inúmeras coleções e obras lançadas todos os anos, a roupa, no fim, está sempre presa ao corpo humano, uma vez que tem como finalidade principal ser usada por ele. Diferentemente, a arquitetura, apesar de também ter suas limitações, não está presa a uma forma única, podendo apresentar uma variedade mais abrangente de produções.

Evento cultural: Absurdos: Murilo Rubião 100 anos A exposição, que ocorreu na Biblioteca Publica Estadual de Minas Gerias, tinha o objeti...